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    Xenoblade Chronicles - Wii

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    Fred
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    Xenoblade Chronicles - Wii

    Mensagem por Fred em Qui Set 01, 2011 3:22 pm


    Xenoblade é sinônimo de batalha antes mesmo de ser lançado. Sua luta começara quando ainda recebera o nome de Monado: Beginning of the World, este sendo pouco mostrado, todavia já chamava a atenção de olhos mais atentos e sedentos por um RPG grandioso e diferente para Wii. Sem desmerecimentos a franquias como Tales of Symphonia, a clássica Fire Emblem, Final Fantasy Crystal Chronicles, sendo que estes têm os seus muitos méritos. Entretanto, são séries que o público cativo da Nintendo já conhece bem, principalmente na era GameCube, na qual elas faziam presença com seus predecessores. Xenoblade, assim como The Last Story e o futuro, mas ainda sumido, Dragon Quest X, parece ser diferente, todavia.
    A singularidade relacionada ao trio de títulos mencionados pode ser justificada por uma espécie de orfandade que fãs de RPGs da era SNES e fãs das franquias da Nintendo tiveram e, relativamente, ainda têm nesse espaço de geração 3D, pelo menos nos consoles de mesa. Ver sequências de jogos como os da série principal de Final Fantasy, da série Chrono, série principal de Dragon Quest que faziam parte do acervo nintendista e migrando pouco a pouco para os consoles Sony, fora as novas franquias que surgiam, chegava a ser frustrante para quem não podia ter os videogames rivais e ainda nutria o amor pela gigante de Tóquio. Os três títulos citados podem significar uma espécie de início de resgate da tradição da Big N com RPGs em seus consoles de mesa, pois a revelação e detalhes dos mesmos evidenciaram um hype bem diferente de um anúncio de mais um Crystal Chronicles, por exemplo.


    Monado saiu dos holofotes por um certo tempo, mas eis que no começo deste ano, ele retorna, todavia com algo diferente ... um nome diferente.

    Acompanhando os detalhes deste jogo desenvolvido pela Monolith Soft e que será publicado pela Nintendo, não é de se estranhar que Xenoblade, apesar de não ter praticamente nenhuma similitude com a série Xeno (abrangendo Xenogears e os Xenosaga), pode indicar uma marca na qual os fãs irão logo se identificar, esta sendo reforçada pela figura de Tetsuya Takahashi, diretor e produtor de jogos da dita série, e que é o nome principal do time de produção deste novo RPG para Wii.

    O enredo de Xenoblade se fundamenta em muitos paradigmas que vemos em histórias comuns: luta entre homem e máquina, uma espada como item central, vencer alguma força maléfica e outras temáticas não tão peculiares assim. Contudo, o trunfo da Monolith está na forma como mostrar tudo isto.

    Milhares de anos atrás. Dois deuses gigantescos, Kyoshin e Kishin, entram em batalha. Esta se mostra intensa. E no final, ambos ficam congelados em posição de combate. Este acontecimento dá origem ao universo vasto de Xenoblade, num mundo aberto, convidativo para exploração em seus quilômetros e quilômetros para percorrer fundamentado no corpo destes deuses gigantes. Tornar isso perceptível visualmente é um dos objetivos aqui. Seja numa praia ou numa densa floresta, será possível visualizar o outro gigante.


    Kyoshin e Kishin são áreas antagônicas, refletidas na batalha épica mencionada entre os deuses. A primeira é onde a vida é mostrada organicamente em seu esplendor. Em Kyoshin, flora e fauna são ricas, assim como outros recursos naturais se apresentam num trabalho de direção de arte muito satisfatório aos olhos, mesmo com as cutscenes apresentando uma qualidade mediana, por vezes fraca. A outra área contém, em predomínio, cenários arquitetônicos condizentes com os guerreiros dotados de aspecto robótico, sendo que estas duas partes já travaram guerras com sequelas que serão mostradas conforme o jogo seguirá seu curso, na iminência de um provável novo embate.

    Entre 60 e 80 horas de jogo, em média, prometidas pelos desenvolvedores, a proposta aqui é de descobertas. Descobrir a real importância e história da importante espada Monado e sua influência entre os personagens principais do jogo. Perceber como cada um dos sete personagens jogáveis, oriundos de Kyoshin, apesar de não estarem muito bem modelados visualmente, apresentam traços comuns, evidenciando que fazem parte de uma comunidade mútua. Esmiuçar toda a customização presente no jogo, a qual parece abrangente. Usar e abusar dos recursos de afinidade entre os personagens e os NPCs, através de diversas side-quests a serem realizadas e que prometem estender a jogatina por pouco mais de 100 horas de jogo. Auxiliar na reconstrução de cidades que foram devastadas pelos ataques de Kishin durante o jogo e ver esta ganhando forma novamente, com a vinda de novos moradores, etc.

    Importante notar também a variedade de raças que são encontradas no percurso. Desde seres gigantescos, passando por algumas criaturas singularmente estranhas, como coelhos que carregam tocos de madeira enrolados aos seus rabos. Conforme as andanças dos protagonistas pelas diferentes partes deste mundo particularizado, tais raças de oponentes podem simplesmente ignorar a presença dos heróis ou partirem para a batalha; todavia é notado que, em muitas das oportunidades, é o personagem controlável que se encaminha para o confronto, o qual é ancorado por ataques executados em tempo real.


    Única transição perceptível nos embates é em relação à trilha sonora, com belas execuções de temas de batalha; apenas uma amostra do todo no game que é o fantástico arsenal sonoro, fruto do trabalho competente da consagrada Yoko Shimomura e com participação de Yasunori Mitsuda.

    Assim como em Final Fantasy XII (até mesmo em Chrono Trigger), as lutas ocorrem em sintonia instantânea com os cenários, sem transições de tela. Os sistemas de comandos se baseiam em "Arts", que são símbolos que representam graficamente as mais diversas técnicas existentes no jogo, sejam fudamentadas em ataques com espadas ou outro armamento, ou as magias clássicas de RPGs, como Cura, por exemplo. Torna-se necessário fazer até cinco combinações de Arts, sendo que ataques simples e "normais" são executados de forma automática, propiciando ao jogador se mover livremente durante as batalhas enquanto maneja o uso dos citados símbolos representativos. Algumas combinações já foram mostradas em vídeos e outras trabalham em sintonia com Monado, a arma principal do jogo. Conforme o acúmulo de pontos de habilidades, essas técnicas podem sofrer diferentes upgrades, tornando-se mais poderosas. E óbvio que técnicas novas serão aprendidas no jogo.

    Há a possibilidade de controlar apenas um membro da party enquanto a inteligência artificial se encarrega dos outros dois que participarão do grupo. Lembrando que a party não será fixa durante o jogo, algo que será trabalhado junto ao enredo, apresentando uma mescla entre os já citados sete componentes jogáveis. Mas existem mostras de que um consistente trabalho em cooperação poderá ser visto. Um exemplo é uma barra denominada Party Gauge, a qual poderá propiciar ao jogador controlável manipular as Arts dos outros componentes para ataques em cadeia possam ser desferidos, denominados "Chains".


    Um outro recurso notado é o que se chama "Vision". Ele está intimamente atrelado à capacidade que a espada Monado possui de enxergar o futuro. Um exemplo prático visto em batalha é quando o recurso é acionado e é possível ver um oponente poderoso, geralmente um chefe, aplicar um golpe devastador e que dê um dano considerável, podendo ser até fatal, num componente da party. Após essa visão, há uma espécie de contador em forma de barra, o qual representa o tempo suficiente para que o jogador pense na magia que deverá ser usada para evitar tal adversidade. Esperamos que o uso desse componente seja bem variado durante os embates e durante o enredo em si.

    As expectativas referentes a Xenoblade não se limitam ao seu lançamento, marcado para 10 de junho em terras nipônicas. A E3 está chegando e, junto a esta, cresce a ansiedade pelo anúncio de uma versão ocidental para esta nova aposta da Monolith Soft e da Nintendo, diga-se de passagem, e pela manutenção do nome Xenoblade para esta aposta, porque ele atua como complemento para a imponência da arquitetura do mundo constituinte no jogo e para a sua trilha sonora. Mesmo com alguns defeitos pré-detectados, configura-se um alento saber que um novo RPG, mesmo antes de ser lançado, já nos faz relembrar de jogos clássicos, e se mostra tão promissor num console de mesa da Nintendo. Não deve ter sido raro ver um trailer do jogo, como este abaixo, e viajar mentalmente remetendo a RPGs consagrados das gerações passadas, dada a sua atmosfera.

    Gameplay em vídeo



    Última edição por Fred em Qui Set 01, 2011 3:39 pm, editado 1 vez(es)


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    Re: Xenoblade Chronicles - Wii

    Mensagem por Fred em Qui Set 01, 2011 3:29 pm

    Agora vamos a parte mais interessante, a emulação, como é de costume, deixo agora a print da configuração do emulador, lembrando que obtive ótimos resultados.

    Spoiler:

    Configuração de vídeo

    Spoiler:



    Obs: Este jogo, apesar de ser um dos mais belos de Wii, não é complicado de emular, o problema no momento é o som, por ser de ótima qualidade, o emulador em vários momentos gera lag para reproduzir alguns efeitos, como por exemplo músicas com efeitos sonoros do cenário, quanto mais sons no ambiente, mais lag é gerado. No momento eu estou satisfeito, o jogo saiu não tem nem uma semana e já consigo jogar, nas batalhas a velocidade está próxima ao original e a qualidade do vídeo muito superior ao console.

    Como todos sabemos, a partir de agora os programadores do Dolphin irão lançar uma revisão que não trará problemas no som ou um patch para o jogo, no momento é só aguardar.


    Última edição por Fred em Sex Set 02, 2011 11:35 pm, editado 1 vez(es)


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    Re: Xenoblade Chronicles - Wii

    Mensagem por Fred em Qui Set 01, 2011 6:10 pm

    Emulando o jogo eu sempre gosto de tirar prints, com este jogo não foi diferente.











    Posto agora as imagens em tamanho real, as imagens vão demorar um pouco para carregar

    Spoiler:










































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    Re: Xenoblade Chronicles - Wii

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